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Thursday, January 18, 2018

Apenas um relato solto de um dia ordinário






Mais uma visita à Ortodontista (e vocês nem imaginam o tanto que estes dentes já se movimentaram), que termina comigo nervosa, sempre saio de lá mais mexida do que entrei, mesmo que em teoria, ontem tenha sido quase indolor.

Descobri as maravilhas do Buscopan em gotas somente aos 33 anos de idade, honestamente, não sei como fazia antes. Decido tomar algumas, porque nosso cinema era logo, e eu ainda me sentia com o abdome distendido, desconfortável. Fecho meus olhos, que ardem, decido tirar as lentes também. 

No quarto geladinho, o cãozinho ressona e de vez em quando bufa. Sim, meu cachorro tem 14 anos de idade e gosta de reclamar, então volta e meia, ele solta um FFFFFFFF, muito ostensivo.

Em cima da cama, procuro uma posição cômoda, administrando dois travesseiros, e duas pessoas: a minha, e a dele, que está sempre por perto. Sempre quer estar mais perto, por mais que já esteja perto. 

Conversamos cumplicemente, no escuro, coisas nossas - nossos dias, nossos planos, e reviramos nossa história desde o princípio. As partes que mais gostamos, as partes que divergimos (como o dia em que ele me pediu em namoro, eu perguntei o que mudava, e ele retirou o pedido) sobre o que realmente aconteceu.

Falamos também de futuro, e das coisas que queremos para nós, das que não queremos, e de como gostamos de estar ali, vivendo nossa vida e fazendo as nossas coisas. 

Não há presente maior que o presente, quando bem aproveitado. E ontem, fazendo contas, percebemos que fazia um ano que eu havia me declarado a ele. Tinham só algumas semanas de convívio, nenhuma perspectiva de futuro (ele tinha uma passagem só de ida marcada para 25/01/2017), e eu estava irremediavelmente apaixonada.

Ele voltou. E ainda está aqui. 

E ao voltar, trouxe consigo o meu mixer do coração


Teve que comer meu creme de chuchu (e admitir que é bom), arrumar meu quarto, passear o cãozinho, instalar minha bancada de especiarias (finalmente tenho uma!), e até aprendeu a fazer jejum intermitente (nunca ofereci, mas ele gostou). Me deu flores amarelas de aniversário (amarelo é minha cor predileta). 

Não há nenhum dia, desde que ele chegou, em que eu não me sinta sortuda.

Mas como diz um amigo meu, importante saber quem é quem na relação, hahaha: do casal, o bonito é ele, sem sombra de dúvidas!

Tuesday, January 16, 2018

A retomada da doação

Eu gosto muito da experiência de doar sangue, mas em 2014, lembro nitidamente que fui barrada na entrevista, por ter "comportamentos sexuais de risco" - veja bem, quem dera eu ser essa sex machine que o HEMOSC identificou, mas o fato foi que meu sangue nem foi tirado.

Revoltada, fiquei todos estes anos sem aparecer, e no início desse ano, resolvi tentar novamente - ainda que tatuada e promíscua, para os padrões do HEMOSC. 

Alvíssaras: agora meu sangue é bem-vindo, posso doar novamente, embora tenha sido barrada nas plaquetas por motivos de peso: tem que ter 62kg no mínimo.

Doei na semana passada, e de lambuja, para comemorar, fui ao cinema assistir Extraordinário, pagando a meia-entrada, benefício que os catarinas têm por Lei Estadual. 

É sempre uma experiência interessante, gratificante, e sempre me pego pensando que gostaria de trabalhar num lugar assim, com aquele astral. 
Só que pra isso, teria que ser servidora pública estadual, e se já é ruim a vida de barnabé federal, ivagina aos sabores do governo do Estado.

Monday, January 15, 2018

Exercícios de disciplina

Em acordo com as minhas resoluções de Ano Novo, quero escrever mais, de forma planejada, e também praticar o foco, a concentração, evitar a procrastinação, e por aí vai.

Nas primeiras semanas, estou motivada, com mais dedicação (principalmente no trabalho), evitando ficar enrolando com as coisas nas mãos. 

Na terceira semana do ano, que é essa, resolvi começar a fazer alguns pequenos exercícios, metas, coisas que quero garantir para ir gradativamente trabalhando a minha disciplina e persistência.

Nessa semana, portanto (começou ontem) tenho duas metas:

1 - não comer fora de casa (fácil)
2 - ajustar o timer durante 15min para organizar a casa (moderado).

Ambas são coisas que eu posso realizar, gostaria de realizar, sempre digo que quando quiser, vou fazer, mas anos se passam e o hábito de ceder ao primeiro impulso me tira de perto de conseguir.

Comendo somente em casa, além de economizar uns dinheiros, eu controlo absolutamente todas as variáveis do processo, pois embora eu me alimente rigorosamente bem, a padaria não abre mão do óleo vegetal ou do sazon. 

Mas principalmente, eu exercito comigo mesma a arte do NÃO, de não ficar abrindo exceções o tempo todo, algumas nem valem o que custam. E veja que nem coloquei outras coisas que não quero comer, porque o que quero mesmo, na meta fácil, é conquistar isso. Fazer isso, poder dar aquele tapinha nas próprias costas.

E no caso da organização, quero ter uma sistemática melhor, de não deixar o caos se instalar. De não ver que passou o dia e nada foi feito, poder me sentir bem dentro de casa, sabendo que as coisas estão no lugar, que não deixei nada pendente. 

Contei para alguns amigos das minhas pequenas metas, agora estou contando para vocês. Porque não tentam algo semelhante comigo? :)


Friday, January 12, 2018

Na repartição

Estou entrando no banheiro quando ouço o clack-clack de outra mulher chegando, praticamente correndo, para entrar.
Ao adentrar o banheiro, já começa a desabotoar a calça, me ultrapassa e vai na casinha do lado. Faço meu xixi, ela o dela, e ela sai novamente abotoando a calça.
Me ocorreu que, naquela correria, ela devia estar com um piriri fulminante, mas pela velocidade, não.
Não entendo porque a gente precisou compartilhar com ela do seu abrir e fechar de calças. Será que ela é multada se permanece mais de 1min lá dentro?

As 30h mais inacreditáveis de 2016 (oi?)



Desculpa esse dedo - Shinjuku, onde dormi na primeira noite

Observei quando fui me preparar para escrever mais e melhor, que nunca relatei a minha incrível viagem ao Japão.

Um pouco de contexto apenas: meu irmão e cunhada moram lá, e fomos passar o Natal de 2016 com eles. Não na casa deles, pois não há espaço para tal. Inclusive eu cheguei uma noite antes que meus pais, e eles me reservaram lugar num hotel cápsula, e eu achei que não queriam que eu ficasse na casa deles. Horas depois, eu entendi: a casa é tão pequena, que no banheiro não tem pia.

Então depois de um voo incrivelmente longo e cansativo (com escala em Doha, no Qatar - mas no cu da madrugada, sem chances de sair), era noite e eu estava no Japão. Peguei minha bagagem, saí do aeroporto (tinha wifi), me comuniquei com meu irmão e iniciei a empreender a saída. Lá é tudo devidamente comunicado, já tem metrô ali mesmo. Logicamente, acabei comprando o ticket errado. Tive que pedir ajuda, e vi uma japonesa de meia-idade muito engraçadinha andar desajeitadamente em seus saltos comigo, mas não me permitiu ter o preju do ticket - que eu teria pago numa boa, dado o cansaço.

Acho que não jantamos, apenas fomos passeando, eu passei a noite lá (não achei nada de mais para uma noite, a cápsula é relativamente alta por dentro, tem circulação de ar. Só é necessário realmente ser silencioso e respeitar as coleguinhas). A senha do wifi existia, mas quem conseguia digitar? Eu nem tinha o teclado certo! O vestiário era digno, disponibilizava materiais de higiene (toalha, sabonete, xampu e inclusive hidratante), eu queria MUITO ter filmado um pouco, mas sabia que era errado. Mas a lembrança daquele monte de mulheres japonesas se preparando para o dia, ver seus rituais de beleza, a vaidade delas (todo mundo no secador, se maquiando, etc), foi um privilégio que tive por ter dormido numa cápsula.


Aqui era eu saindo da minha cápsula, usaria em segundos uma escadinha igual a essa que vocês veem em frente, além da cápsula aberta de outra pessoa

Passeios durante o dia. Uma soneca durante a tarde na casa do meu irmão. Um jantar (chinês) durante a noite, uma cabine de karaokê (óbvio), muitos passeios... E eu fui para um mangá café, "dormir" durante algumas horas, que me separariam do leilão de atum no mercado. Acabei passando as horas acordada, ainda reflexo do fuso e de ter internet para falar com as pessoas. Às 4h da manhã, com frio e receio, levantei e fui em busca do local. Andei 3 passos com um pouco de medo, mas logo percebi que estava numa das maiores capitais do mundo, era seguro andar naquela hora da noite sozinha.

Japoneses são legais, e o Japão é seguro


Mas infelizmente, naquele dia, não teria leilão. Me certifiquei inúmeras vezes nos sites, e mesmo assim, naquele dia não tinha. Frustrada, perdida no escuro e no frio, fiquei pensando se ia novamente para o mangá café esperar o metrô abrir e ir para a casa do meu irmão... E comecei a caminhar em direção ao mesmo lugar. 

Foi bem ali que eu percebi, andando, que embora fosse 4h da manhã e estivesse MUITO frio, eu estava (de novo?) numa das maiores e mais urbanas capitais do mundo, e havia um bando de coisas a se fazer. Caminhando ao redor do mercado, já haviam bancas, restaurantes abertos, e foi ali que eu escolhi um e comi o meu primeiro sushi japonês.

Continuei perambulando ao redor do mercado, entrei num bar, paguei um valor fixo e lá podia beber tudo o que quisesse (chás, sucos, refrigerantes), e usar a internet. Vi japoneses dormindo por cima da mesa enquanto esperavam.

Mudei de bar, comi um curry. Descobri que durante a madrugada, não se vendiam bebidas alcoólicas naqueles estabelecimentos. Passeei mais, mais, até que, finalmente, eram 6h da manhã e eu poderia começar a empreender a volta para a casa de meu irmão.






Errei algumas vezes de estação, mas com o dia claro, eu já havia sublimado por completo a ideia do sono. Já eram 24h acordada. Cheguei no simpático bairrinho deles, observei que não eram nem 7h30 ainda, e decidi entrar no starbucks e tomar o último café antes de importuná-los.

De lá, um banho e metrô novamente, dessa vez, para Ueno. Da manhã de sexta-feira, eu só fui dormir na noite de sábado.
E quando comentei isso com algumas pessoas, todas me disseram: Tóquio tem dessas coisas...

Monday, January 08, 2018

Então, continuando: discorrendo acerca das resoluções de Ano Novo em detalhe

Foto do meu instagram (@thaismacadamia) da última sexta-feira, na paradisíaca Armação da Piedade - cheguei em 20min


Quero começar com uma em especial que, acredito, outras pessoas possam se beneficiar de exercitar ao menos a reflexão a respeito. Na minha lista, ela constou como a segunda: direcionar melhor meus recursos de tempo e dinheiro no meu lazer.

O que quero dizer com isso?

De novo, ela se comunica com várias outras, como por exemplo, a primeira que é poupar dinheiro para investir, ou seja, precisarei viver abaixo da minha possibilidade. E também com aquela que fala sobre melhorar minhas fontes de informação e inspiração.

Pensei no seguinte: muitas vezes, eu saio para comer (um dos meus programas prediletos), e não fico tão feliz com o resultado. Com um pouco mais de planejamento, eu poderia me divertir mais, comer melhor, e não ver o meu rico dinheirinho ser gasto em algo que não curto. 


Da mesma maneira, uso o meu tempo assistindo vídeos que não me acrescentam muito, lendo/seguindo pessoas que não me acrescentam nada (algumas até me irritam um pouco), e quando vi, deixei passar um tempo e um recurso preciosos com isso.

Então a partir deste início de ano, estou me direcionando melhor. Não saio para comer (nem peço comida) mais ou menos apenas por preguiça. A não ser que aquilo tenha um grande significado para mim, não farei. 

Ainda sobre o mesmo tema, quero fazer algumas viagens, são todas muito importantes (e conto depois para onde são), e para isso, quero também economizar e direcionar melhor meus recursos. Só que não quero passar finais de semana à toa, pois o meu tempo também é valioso.

Também não quero ficar entediada no final de um sábado, e acabar gastando quase R$200 para ir no cinema e depois jantar (para duas pessoas, com o preço dos ingressos mais estacionamento e comida, pode passar frouxo disso).

Quero usar esse mesmo valor para conhecer novos lugares, explorar cidades aqui perto, que são tão bonitas e que não conheço - ou que nunca mais fui. 

Então consolidei uma pequena listinha, que vai sempre crescendo, de lugares que quero frequentar e estar lá, principalmente agora, no verão, para poder aproveitar a natureza e as praias.

A quem interessar possa: Governador Celso Ramos (Sissial, Ganchos e Praia do Antenor), Imbituba (Praia do Rosa e Barra de Ibiraquera), Garopaba (Praia da Ferrugem, e Praia do Ouvidor), Laguna (centro histórico e Farol de Santa Marta), Balneário Camboriú (Laranjeiras), Palhoça (Praia do Cedro, Ponta do Papagaio e Praia da Pinheira).

À medida em que o tempo for refrescando, outros destinos também me interessam, mas só com isso, já tenho material para muitos dias de verão - que essa semana deram uma pequena aliviada, mas semana passada, já implementei estes planos. Principalmente porque trabalho somente até 13h45, e posso aproveitar os dias de semana para frequentar as praias - já que especialmente aos domingos, o trânsito deixa tudo muito caótico.


Evito de comer fora de casa por razões de segurança: dia 02/01, comi num restaurante absolutamente limpo e caprichoso, e mesmo assim, sabendo que o purê de abóbora não podia ser velho (afinal, não abriam desde o dia 30), ele estava começando a ficar azedo. Economizo, e protejo minha saúde. Mas como em lugares que gosto, quando os riscos são menores (caso de ter ido no sábado à noite no Vitrola Burger, que trabalha com carnes na brasa, bem mais difícil de oferecer algum risco - estava maravilhoso!).
Esse é o meu lanche predileto: vem com berinjelas grelhadas por baixo, e esse molho vermelho é MUITO temperado, o que faz toda diferença no sabor
Para ficar em casa, tenho ainda uma quantidade grande de atividades de leitura e de filmes para este início de ano: estou lendo A Dieta da Mente para a Vida (um guia prático, muito interessante), O Senhor dos Anéis (estou ainda no Volume I), e Muito Além do Inverno, última obra de Isabel Allende.

Fora aqueles que comprei e estão na fila: Pilares para uma Vida Saudável (Doutor Barakat), e Aventuras Gastronômicas em Paris. Também ganhei um de presente, não lembro o nome agora - mas foi escrito pelo Leo de Vitor&Leo.

Contratamos apenas pelo período experimental o HBOGO, e já acho que não valeu a pena. Mas valeu para assistir Big Little Lies, que achei absolutamente impecável - uma excelente série. Também assisti por lá Os Oito Odiados, porém, este, sei que poderia ter visto em algum outro local.

Amanhã, pretendo doar sangue para poder fazer jus à meia-entrada e ver os filmes que estou interessada no cinema, e também ir ao show de Jorge Drexler, previsto para abril.

Te convido a pensar nos seus próprios hábitos: o que é lazer para você? E como você pode ter o melhor lazer possível com essas atividades?

Você visita sua própria cidade? Olha ela com outros olhos, visita lugares nela? Sabe aqueles lugares que os turistas sempre vão? Você vai neles ao menos algumas vezes por ano? E ao seu redor, em distâncias menores que 100km? 

Eu estou indo!


Pode parecer muito importante, mas foi um despretensioso passeio em Coqueiros, a menos de 3km de minha casa, para tomar um pouco de sol e contemplar a natureza - de roupa mesmo, pois infelizmente, as águas lá são impróprias para banho

As resoluções de 2018

Sempre me sinto um pouco no discurso do Oscar quando vou relatar o que pensei e projetei para o ano seguinte, independente de também gostar mais da ideia de que o Ano Novo de cada pessoa é, na realidade, o seu aniversário.

Acho que quanto mais oportunidades de repensar sua vida, e organizar novos planos, melhor. Então organizei e refleti profundamente sobre o meu final de ano, sobre o quanto ele foi estressante. Fui imensamente tocada por este texto aqui, da Thais (que aliás, recentemente, anda escrevendo tão bem do jeito que preciso, que parecem ser todos para mim).

E após pensar sobre aquilo que não quero mais, também iniciei a me permitir pensar sobre aquilo que efetivamente quero, e como posso me aproximar disso. Então, desculpem se não ficar tão claro para vocês as minhas resoluções de Ano Novo, mas elas foram feitas para eu poder modificar profundamente a minha maneira de encarar a vida - só mudando a mim mesma é que poderei mudar meu modo de viver.

1 - poupar para INVESTIR dinheiro (não só para guardar);
2 - direcionar melhor meus recursos (tempo e dinheiro) no meu lazer;
3 - escrever com mais regularidade (planejar, organizar uma pauta, etc);
4 - enfrentar a procrastinação;
5 - praticar a concentração e o foco;
6 - melhorar minhas fontes de inspiração e informação;
7 - diversificar e aumentar a frequência de minhas atividades físicas;
8 - superar os medos e mitos que criei sobre mim mesma.


Todas essas resoluções conversam entre si. Para cada uma delas, tenho exercícios e maneiras de trabalhá-las, porque estão todas vinculadas a um mesmo objetivo, que é, encarar a mim mesma de frente, crescer de verdade, me superar.

Apenas para dar um exemplo: criei um mito sobre mim mesma de que sou incapaz de trabalhar de forma diferente da atual (8), afinal, eu sou procrastinadora (4), e sem uma grande estrutura por trás, para me cobrar, puxar e empurrar, eu não posso produzir. Afinal, eu não me concentro nem foco nas minhas atividades (5), pois sou assim mesmo (8), e quando vejo, perdi um tempão fazendo aquilo que nem gosto ou me identifico (2, 6). 

E por aí vai. Para cada uma das áreas, tenho pequenos projetinhos menores, que me comprometo (primeira pauta bem planejada do ano!), em compartilhar a título de compromisso público e exercício de escrita.

Feliz Ano Novo para todos nós! Que somos tão poucos, mas ainda estamos aqui, acreditando que escrever (e ler) é poderoso!

Wednesday, December 20, 2017

Passando incólume por dezembro

Ao contrário de outros anos, desta vez prometi a mim mesma que só faria o mínimo dos mínimos, evitando quaisquer dissabores associados à superlotação de sonífera ilha e o caos de  dezembro.
Extraordinariamente, não deixei consultas ou exames importantes, não atochei de eventos e nem participei de nenhuma insanidade coletiva. Declinei das confraternizações da repartição, do sindicato e mesmo de visitar a família quando estava cansada demais. Trabalhei de maneira regular (sem faltar, até fiz alguma hora-extra, mas bem pouco).
Antecipadamente, comprei presentes de Natal, embora ainda faltem algumas complementações. Essas, resolverei somente no dia 20/12 (hoje), de posse de meu 13º salário. 
Me ausentarei da repartição em caráter definitivo a partir do dia 22/12, só retornando no dia 02/01. Serão 10 incríveis dias para tomar Sol, descansar, assistir filmes e séries (séries em especial, opto por assistir somente quando em férias ou recesso, pois gosto de maratonas). Tenho planos de uma comida relaxada e divertida, embora sem me exceder naquilo de que não aprecio tanto.
Aproveitarei esses dias em BC também para me atualizar a respeito das tendências comerciais. Quero biquínis, brusinhas e sapatilhas novas.
Estou em contagem regressiva e só penso no dia 22!

E assim que chegar dia 22, pensarei na noite do dia 25, quando terá sido o fim do Natal.

Monday, December 18, 2017

O bichinho do han-han

Estou há quase cinco dias pigarreando (nunca pensei que usaria esse verbo depois dos anos 90), depois de passar algumas semanas com tosse alérgica, amigdalite viral, entre outros dissabores.
Só efetivamente melhorou quando parei um tempo com o goró, pois com o açúcar eu não parei. Também como bem pouco queijo, mas em tempos de inflamação, como ainda menos, pois é uma notória fonte de criação de muco. 
Ando comendo glúten pontualmente também, desde que de boa procedência, como num pão de fermentação natural, um bolo feito por mim mesma com minhas farinhas orgânicas, essas coisas. 
Mas já tegiversei: fatos são que eu vi uma melhora substancial quando parei de beber, por módicos 4 dias. Mas sobrou esse incômodo efeito colateral, que preciso dar um jeito de solucionar. 
É bom sentir a saúde de volta, depois de tantos dias me sentindo prejudicada.

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